segunda-feira, 21 de maio de 2007

Rafael Machado- Uma biblioteca Virtual

Page e Brin estava preparados para dedicar uma quantidade significativa de dinheiro e recursos tecnológicos para digitalizar quilômetros de livros que estavam juntando poeira e ficando quebradiços em prateleiras raramente visitadas das grandes bibliogtecas do mundo. O potencial para o avanço do conhecimento humano era enorme. Pela primeira vez, estudiosos e pessoas comuns seriam capazes de acessar textos complexos de livros a partir de um computador em qualquer lugar do mundo. (Para os livros que ainda precisavam de direitos autorais, os usuários seriam capazes de ver pequenas pequenos fragmentos de algumas páginas- embora pudera consultar todo o texto.) De posse de conteúdo exclusivo, o Google possuia outra maneira de se distinguir de seus adversários, direcionar visitações e lucrar com anúncios relevantes que poderiam ser exibidos juntamente com as informações dos livros. E se outras bibliotecas se tornassem adeptas da digitalização de livros, elas poderiam muito bem se unir a eles, criando um conteúdo para buscas ainda maior.
Page e Brian enfrentaram obstáculos significativos. Eles precisaram aperfeiçoar uma tecnologia que permitisse digitalizar de maneira eficaz e precisa em uma escala jamais testada. Eles também precisariam encontrar bibliotecas dispostas a participar da idéia, algo muito difícil para um a empresa privada com apenas alguns anos de vida.
O que foi realmente impressionante foi que eles criaram um novo meio mecânico de escaneamento que fez o trabalho de transformar os livros em arquivos digitais.
A tecnologia de escaneamento não era o único obstáculo a ser superado para iniciar o projeto. O Google já havia estudado a maioria das preocupações que afligiam as bibliotecas em relação aos cuidado físico com as obras. Isso era importante para os bibliotecários , e os arquivistas estavam buscando preservar a coleção para a posteridade.
E para o mercado editorial não sabia se amava ou odiava o Google. Por um lado, eles partilhavam o interesse de disseminar informação e poderiam lucrar algo mais com a exposição. Por outro, o Google procurava distribuir a maior quantidade possível de conteúdo gratuitamente e ganhar dinheiro com propaganda, enquanto as editoras queriam vender livros.

Rafael Machado- Como converter cliques no site em dinheiro em caixa

O Google fazia dinheiro cada vez que um usuário clicasse em um dos anúncios exibidos na página. Em vez de ser calculado previamente, o preço de inserção de um anúncio no Google, ou em um dos outros sites afiliados, era determinado num leilão online sem fim. Desse jeito, o Google tinha a certeza de sempre receber um preço competitivo pelos milhões de anúncios que eram exibidos diariamente . O resultado era mais dinheiro para a Google.
Qualquer que fosse a maneira com empresas pagando pessoas para passar o dia inteiro em frente de um computador, participando desse leilão eletrônico ou até mesmo com softwares, para que os usuários acabavam por ver apenas anúncios vencedores, numa coluna à direita dos resultados de buscas.
As empresas normalmente gastavam o dobro do necessário em propaganda, mas não tinham como decidir qual metade poderia ser poupada. O Google via esse como mais um problema que poderia ser resolvido com o uso da tecnologia. Já que o preço dos anúncios era baseado no número de cliques que cada um recebia, tornou-se fácil para as empresas medirem a efetividades de suas campanhas: era possível acompanhar se cada usuário que clicou em um anúncio virou um comprador ou não. (Clicar em um desses anúncios, normalmente, levava o usuário a uma página onde a compra poderia ser feita.) Se os anúncios estivessem se transformando em vendas, a empresa poderia aumentar o número de lances ou expandir sua campanha; se os anúncios não fossem eficazes, poderiam ser ajustados ou descartados inteiramente.
No leilão contínuo do Google, o lance mínimo para um termo de busca era de 5 centavos, mas esse era o único preço estável. Todos os outros aumentavam ou diminuíam de acordo com os lances dados por diferentes empresas na tentativa de ajustar suas posições na página de resultados.
Entretanto, dar o lance mais alto do leilão do Google não garantia a um anúncio a posição no topo da lista. Essa era uma das muitas diferenças existentes entre os rivais da ferramenta de busca. O Google hierarquizava anúncios baseado em duas variáveis: o preço que uma empresa estava disposta a pagar e a freqüência com que uma núncio era clicado pelos usuários.
Portanto, mesmo que uma empresa desse o lance mais alto para um determinado termo de busca, se os consumidores não estivessem clicando nele, ele perderia posições no ranking dos anúncios.
O Google e seus investidores perceberam que a ferramenta de busca seria um sucesso financeiro estrondoso. E quase todo o seu lucro vinha dos cliques em anúncios que agraciavam o lado direito dos resultados de busca no Google.com e nas páginas de muitos dos seus parceiros e afiliados.

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Interessante

Por Daniel Junqueira:
Ainda não achei a comprovação da veracidade do vídeo.
Mas não vou contar o que acontece nele com palavras, clique no link para ver:
http://www.youtube.com/watch?v=MgTx9nUJfOc

Google Paper: Receba seus e-mails do Gmail impressos em casa!
http://www.googlediscovery.com/2007/04/01/google-paper-receba-seus-e-mails-do-gmail-impressos-em-casa/
http://mail.google.com/mail/help/paper/more.html


Calma, calma a Google lança todo dia 01 de Abril, brincadeiras, mentiras no dia da mentira.
Mesmo assim essa do Receber os e-mails do Gmail impressos em casa tá tão perfeita divulgação que eu fui no site conferir. Digite no google: google paper

Eles brincam com o possível e impossível. Levam você a imaginar que o que seria impossível agora existe.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Usando o Google como ferramenta de ataque:

Como o google cataloga quase todas as alterações possíveis da web, cataloga também os erros e as brechas de um site. Paginas abertas como arquivos de log, servidores abertos, tudo pode ser catalogado sem os devidos cuidados.
Ataque #1 – Identificação de servidores
Para identificar todas as páginas da Google que o próprio Google já catalogou. É possível ainda encontrar serviços remotos em execução. Veja os exemplos à seguir:
intitle:"VNC Desktop " inurl:5800
intitle:"remote desktop web connection"
intitle:"Terminal Services Web Connection"
allintitle:"microsoft outlook web access" logon
O primeiro procura por servidores "VNC" em execução. O segundo e o terceiro referem-se, respectivamente, à Área de Trabalho Remota ("Windows Remote Desktop") e aos serviços de terminal ("terminal services") da Microsoft. O último busca por páginas de acesso remoto ao webmail Microsoft Outlook.
Ataque #2 – Servidores negligenciados
Servidores como Apache ou no padrão IIS, geralmente deixam paginas padrão quando são instaladas, porem pedem para alterar suas configurações, pois se trata apenas de teste, apesar de um padrão não muito bom para invasões, esses servidores deixam brechas. Exemplos
intitle:"test page for Apache" ou,
intitle:"Página teste para a instalação do Apache" ou,
intitle:"welcome to windows 2000 internet services"
intitle:"welcome to windows xp server internet services" "under construction" "does not currently have"
Ataque #3 – Listagem de diretórios
Muitos servidores permitem listagem de diretórios, por ma configuração, deixa-se essa listagem disponível nos sites, podendo conter dados sigilosos da empresa assim como logs de movimentações ou alterações no site ou até mesmo senhas. Exemplo:
intitle:index of admin
intitle:"index of" .htpasswd
intitle:"index of" backup
filetype:log inurl:"password.log"
Ataque #4 – Fazendo o "googlebot" lançar ataques por você
Como visto no início deste documento, o "googlebot" é o agente responsável pela busca e classificação das páginas dentro de servidores. Pedir ao agente para visitar sua página é um procedimento fácil, e que pode ser feito de muitas maneiras diferentes. Uma vez dentro de sua página, o "googlebot" (e qualquer outro agente de serviços de busca, na verdade) vai registrar e seguir cada um dos links que você incluir dentro da mesma, não importa quais sejam. Um usuário pode, portanto, adicionar links de natureza maliciosa em sua página e apenas esperar os agentes surgirem para fazer o "trabalho sujo" por ele. Os agentes buscadores se encarregarão de executar o ataque e, não bastasse isso, ainda podem colocar os resultados devolvidos pelas vítimas (caso existam) publicamente em suas páginas de busca, para que qualquer um (inclusive o atacante) possa ver. Exemplos links com ataques potenciais incluem:
http://algumhost/cgi-bin/script.pl?p1=`ataque`
http://algumhost:54321/ataque?`id`
http://algumhost/AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA...
Repare que é possível ainda manipular a sintaxe das URLs para mandar o agente acessa servidor alvo em portas específicas (na segunda linha de exemplo, mandamos ele acessar a porta 54321).
Ataque #5 – Explorando relatórios de segurança
Administradores preocupados com a segurança de seus sistemas costumam executar programas específicos que realizam varreduras de segurança e identificam vulnerabilidades em seus servidores. Procurar por
"This file was generated by Nessus"
ou
"This report lists" "identified by Internet Scanner"
retorna desde páginas exemplo até relatórios reais, que indicam as vulnerabilidades encontradas em determinados servidores, que colocaram os relatórios das ferramentas (como o "nessus" ou o "ISS", do exemplo acima) em uma área pública.
Ataque #6 – Usando o Google como um web proxy
A possibilidade de se traduzir páginas é um dos grandes atrativos do Google. Através da página
http://translate.google.com/translate_t
podemos digitar uma URL qualquer e o Google fará a tradução da página de acordo com o idioma desejado. O procedimento é simples: O Google acessa a página, traduz, e retorna ela para você. Na prática, você não fez nenhuma conexão direta à página desejada, e o Google atuou como um web proxy para você. O único problema desse procedimento é que você precisaria traduzir a página desejada de algum idioma para outro, e visualizá-la somente no idioma destino. No entanto, isso pode ser facilmente contornado. A sintaxe retornada pelo Google para as traduções é no seguinte formato:
http://translate.google.com/translate?u=PAGINA&langpair=LANG1LANG2
onde PAGINA é a URL completa desejada, LANG1 é o código para o idioma original da página, e LANG2 é o código para o idioma destino. Manipulando esses valores, podemos colocar o mesmo idioma como origem e destino, e assim ver a página em seu idioma original, utilizando o Google como web proxy. Para ver o conteúdo da página do GRIS (em português) através do Google, basta digitar.
http://translate.google.com/translate?u=http://www.gris.dcc.ufrj.br &langpair=ptpt

Usando o Google para se defender de ataques:
Da mesma forma que o Google pode ser usado por usuários maliciosos a fim de atacar seus servidores e clientes, você também pode utilizá-lo para proteger os mesmos através de algumas simples ações e constante vigilância. Essencialmente, não coloque informações sensíveis em seus servidores, ainda que temporariamente. Configure seus servidores com atenção redobrada e verifique regularmente sua presença (e a presença de seu sistema) dentro do Google, utilizando o operador "site:" para fazer pesquisas em todos os seus servidores. Este operador também aceita números de IP como parâmetro, então é possível utilizá-lo em seu servidor de IP fixo mesmo que ele não tenha um nome de domínio válido.

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Alexandre F. Bahia - Prévia da História

1995: Larry Page e Sergey Brin, futuros fundadores da Google se conhecem em um curso de graduação da universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Após discussões ferrenhas devido à diferentes pontos de vista :P , Larry e Segey acabam chegando à idéias em comum sobre um dos grandes desafios da computação: a obtenção de dados relevantes em grandes quantidades de informações. Em outras palavras: a busca.1996: Em Janeiro, inicia-se o projeto BackRub, o ancestral do Google. O projeto recebeu esse nome devido à sua habilidade única de rastrear os links na web. Larry, que se destacava por sua habilidade com hardware, formula uma arquitetura de servidores baseada em máquinas de baixo custo.
1998: Continuando seus trabalhos, os amigos adquirem um terabyte em discos rígidos, uma capacidade de armazenamento muito grande para a época. Surge o primeiro data center (centro de dados) da Google, localizado no quarto de um dos fundadores. O Google ganhava popularidade e consumia a largura de banda da universidade como um pequeno monstrinho. Enquanto as aranhas - programas de computador que mapeiam a web - trabalhavam, a internet de toda a universidade simplesmente parava. O projeto deveria ganhar uma nova sede.Encorajados por David Filo, fundador do portal Yahoo!, Page e Brin continuaram seus trabalhos. Estavam endividados devidos aos gastos com a companhia e precisavam de um investidor. Esse investidor era Andy Bechtolsheim, um dos fundadores da Sun. De Andy, os dois amigos ganharam um cheque no valor de $100,000 dólares.O Cheque estava endereçado à Google Inc (que ainda não existia). Larry e Sergey foram obrigados a formalizar a empresa. A primeira sede foi uma garagem. No final do ano, o sistema de busca já respondia a 10.000 requisições por dia.
1999: O Google atinge surpreendentes 500,000 acessos diários e se move para uma nova sede. Haveria uma segunda troca neste mesmo ano.Em 21 de setembro, o serviço sai da fase de testes e o 'BETA' é removido do logotipo..
2000: O Crescimento da Google continuava. Pouco a pouco formava-se uma cultura única de trabalho. Em uma empresa que já contabilizava 60 empregados, as lava lamps eram a principal decoração. As mesas dos empregados eram bastante simples e não haviam paredes (como ocorre ainda hoje). Em cima dessas mesas, computadores de alto desempenho.O Clima de informalidade favorecia a troca de idéias entre os empregados. A velocidade inigualável e os recursos do portal atraiam usuários de forma astronômica.Em Maio, após o recebimento de dois prêmios, o Google torna-se o maior portal de buscas da web, ao atingir o surpreendente número de um bilhão de sites em seu índice.Na mesma época, um sistema revolucionário de anúncios era criado. Logo viriam os primeiros lucros, por meio do o AdWords.Graças à uma parceria, a Google passa à fornecer seus serviços aos usuários do Yahoo!. Naquele mesmo ano surgiria ainda a Google Toolbar.
2001: Este foi considerado o ano das inovações, devido às dezenas de recursos introduzidos pela empresa em sua procura incansável por uma informação livre e sem barreiras.Surgiam:
Usenet archive, o maior grupo de discussão da web, comprado e remodelado pela google.
Google Zeitgeist: Estatísticas à respeito das palavras mais procuradas.
Google Image Search Busca de Imagens na web.
Google Catalog Search
Ao final do ano, já haviam três bilhões de sites catalogados.
2002: O Crescimento continuava. Diversos empresários passaram a buscar formas de adicionar a tecnologia Google aos negócios. A resposta veio em forma de Google Mini.As novidades não parariam por ai. No mesmo ano, foram lançadas as APIs, permitindo que desenvolvedores utilizassem recursos do Google em seus aplicativos. Mais tarde, a empresa adiciona recursos de computação de cluster à Google Toolbar, permitindo que os usuários colaborassem na pesquisa científica.O já popular AdWords foi atualizado. Surgiam Google Labs, Google News e Froogle.
2003: Foi criado o AdSense, sistema que permitia aos webmasters obterem fundos por meio de anúncios de texto.A busca também foi incrementada. De acordo com a palavra-chave digitada, a tradicional caixa de texto do Google já era capaz de rastrear vôos em aeroportos, realizar operações matemáticas e muito mais.
2004: Seguindo a expansão da companhia, a nova sede em Mountain View é inaugurada. Surgem os serviços de busca personalizada e Local Search, no Google Labs.No dia 1º de abril, são revelados planos para uma sede na lua :P, prevista para um futuro próximo. Neste mesmo dia, era anunciado o GMail, serviço de correio eletrônico que provocou uma revolução na web, ao oferecer 1 Gigabyte de espaço aos usuários gratuitamente. Parecia mentira. Mas não era.Num esforço para promover meios de organizar imagens e fotos, a Google adquire o Picasa, serviço voltado para o gerenciamento e organização de imagens.Algum tempo depois, é lançada ao público a primeira versão do Google Desktop Search, um pequeno utilitário para realização de buscas rápidas no computador. Surge também o Google SMS, permitindo que usuários realizem buscas diretamente de seus celulares.Expandindo os horizontesBuscando novos caminhos e novas informações a serem organizadas, a Google adquire a Keyhole, empresa de mapeamento global e inicia os trabalhos no Google Earth.Dezembro traria novidades, com o anuncio oficial do Google Print seguido de uma tremenda atualização do Google Groups.
2005: A quantidade de recursos continuava a crescer. Surgia o My Search History, capaz de manter um histórico dos últimos termos pesquisados pelo usuário e o Google Web Accelerator, software para acelerar a navegação na internet.Seguindo uma tendência de personalização, a empresa anuncia o serviço Personalized Homepage, permitindo que cada usuário criasse sua própria página personalizada.Pouco menos de um ano após a compra da KeyHole, o Google Earth é apresentado aos usuários.Procurando trazer novidades ao já popular GMail, a empresa anuncia o Google Talk, um comunicador instantâneo bastante simples que fez surgirem críticas e elogios.A segunda geração do Google Desktop dá as caras, tendo como principal novidade a SideBar, uma barra de ferramentas lateral que busca integrar os serviços oferecidos pela empresa.O Google Blog Search completa o ciclo de inovações.2006: O ano começa com a novíssima Google Video Store, loja de video criada pela empresa. Através dela, produtores de video passam a definir preços e licenças de uso para o conteudo.O Google Desktop 3 dá as caras, com a capacidade de exibir os painéis da sidebar em qualquer lugar da àrea de trabalho. Poucas semanas depois uma nova versão é lançada em 15 idiomas.Rumores a respeito do Google Calendar se fortalecem e pouco a pouco imagens começam a surgir na web. No dia 13 de abril, o serviço é lançado.O Google Talk ganha temas e imagens de exibição, conquistando cada vez mais usuários.Em parceria com a Nike, surge Joga.com , o portal dos amantes de futebol.Na china, os conflitos com o governo se agravam e a Google acaba censurando seu mecanismo de busca. Revoltados, cerca de 20 usuários protestam na sede da empresa. O Planeta marte é mapeado e o Google Earth Ganha uma versão para macs. Nasce o Finance com informações sobre negócios. O GMail ganha recursos de chat.Já são mais de 25,270,000,000 páginas indexadas.Mas muito ainda está por vir...

Alexandre F. Bahia - Itens especiais

Pesquisa de Imagem (BETA)
A pesquisa de Imagens do Google é a de mais fácil compreensão da Internet, com mais de 390 milhões de imagens indexadas e disponíveis para visualização. Para utilizar este recurso, vá até à página de pesquisa avançada ou http://www.google.com/imghp?hl=pt-BR e insira os termos de pesquisa na caixa de pesquisa de imagens. Depois, clique no botão "Pesquisar". Na página de resultados, clique somente em uma das pequenas imagens para visualizar uma versão maior da imagem, bem como a página Web na qual a imagem está localizada.. (Observação: para acessar, sua linguagem deve estar definida para Inglês na página de preferências.)
As imagens identificadas pelo serviço de Pesquisa de Imagens do Google podem estar protegidas por copyrights. Embora você possa localizá-las e acessá-las através de nosso serviço, não podemos dar alguma permissão ou direito para usá-las a não ser o de serem visualizadas na Internet. Então, se você deseja utilizar qualquer imagem localizada através de nosso serviço, nós aconselhamos você a contactar o dono do site para obtenção das devidas permissões.
ATENÇÃO: Os resultados dessa busca podem conter material adulto. O Google considera vários fatores quando determina se as imagens são relevantes para sua pesquisa. Como esse método não é inteiramente controlado, é possível que dentre as imagens recebidas algumas sejam impróprias.
Tradução de Páginas da Web
Google quebra a barreira de línguas com sua nova ferramenta de tradução (BETA). Usando sua tecnologia automática de tradução, Google agora permite que uma variedade de páginas de língua não inglesa seja acessível às pessoas de língua inglesa.
Se sua busca contém resultados não ingleses, haverá um link para uma versão destas páginas traduzidas para o inglês
Se você também quiser que os títulos e sumários de sua pesquisa sejam traduzidos para o Inglês, acione a opção de traduzir, na página de preferências. Com esta opção ativada, Google irá traduzir automaticamente os resultados da sua pesquisa para o Inglês.
Procurar arquivos PDF
Os resultados das pesquisas no Google agora incluem arquivos do tipo Adobe Portable Document Format (PDF). Porém arquivos PDF não são tão comuns como arquivos HTML, mas frequentemente contém informação de alta qualidade que não estão em nenhum outro lugar.
Para indicar que um resultado especial está em um arquivo PDF especialmente em uma página da web, [PDF] aparece em texto azul em frente do título. Isso deixa você saber que o programa, Acrobat Reader, se executará para abrir o arquivo. Clique no link do título ao lado de [PDF] para acessar o documento pdf. ( Se você não tem o Acrobat Reader no seu computador, você será direcionado para uma página da web que você poderá fazer o download gratuitamente.)
Com arquivos PDF , o familiar link "Cached" é mudado para " Versão Texto ". A versão texto é uma cópia do documento PDF sem nenhuma formatação.
Se você prefere ver o seu resultado sem links para arquivos PDF , simplesmente digite filetype:pdf , dentro do box de procura , diante do termo de sua pesquisa.
Links ocultos
O Google tira uma "foto" de cada página examinada enquanto elas são carregadas e guarda-as na memória para o caso de alguma não estar disponível. Se você clicar nos links da versão em cache, verá as páginas como elas estavam da última vez que foram carregadas. Esse serviço é útil se a página não estiver disponível no momento da busca, mas a versão em cache da página pode não ser a mais atualizada.
Quando a página armazenada é mostrada ela terá um cabeçalho, que servirá como um lembrete de que esta é uma página armazenada e não a página em si. Os termos que coincidem com sua busca estão destacados na versão armazenada, para que você identifique mais facilmente porque essa página é relevante.
O link "cached" (memorizado) não existirá para os sites que não foram indexados, e também para os sites cujos donos nos pediram para remover o conteúdo memorizado.
Páginas similares
Quando você clica no link "Páginas Semelhantes" no resultado de uma busca, o Google vasculha automaticamente a web atrás de páginas que estão relacionadas a este resultado.
O link "Páginas Similares" pode ser usado de muitas maneiras. Se você gosta do conteúdo de um site específico, mas desejaria que ele tivesse mais a dizer, este link pode encontrar outros sites com conteúdo similar e com os quais você não esteja familiarizado. Se você estiver procurando informação sobre um produto, "Páginas Similares" pode encontrar informação competitiva para você, de modo que você possa conseguir o melhor negócio. Se você estiver interessado em pesquisar um campo particular, ele pode ajudá-lo a encontrar muito rapidamente um grande número de recursos, sem que você perca tempo preocupando-se com que palavras-chave usar para aqueles sites.
O Google encontra páginas semelhantes para milhões de páginas. Entretanto, quanto mais especializada for uma página, menor o número de resultados que podem ser encontrados. Por exemplo, o Google pode não conseguir encontrar páginas relacionadas à sua página pessoal, se ela não contiver informações suficientes para associar com segurança outras páginas a ela. Além disso, para empresas que usam vários endereços para suas páginas (como google.com e www.google.com), pode haver mais informação em um dos endereços que no outro. No geral, entretanto, "Páginas semelhantes" funciona bem para a maioria das páginas da Internet.

Alexandre F. Bahia - PageRank

A classificação das páginas (PageRank) confia na natureza excepcionalmente democrática da Web, usando sua vasta estrutura de links como um indicador do valor de uma página individual. Essencialmente, o Google interpreta um link da página A para a página B como um voto da página A para a página B. Mas o Google olha além do volume de votos, ou links, que uma página recebe; analisa também a página que dá o voto. Os votos dados por páginas "importantes" pesam mais e ajudam a tornar outras páginas "importantes."
Sites importantes, de alta qualidade recebem uma nota de avaliação maior, que o Google grava a cada busca feita. Naturalmente, uma página importante não significa nada se não combinar com a sua busca. Assim, o Google combina os resultados de alta qualidade com a busca que você está realizando para que o resultado seja o mais relevante possível. O Google pesquisa quantas vezes a palavra procurada aparece nas páginas e examina todo o aspecto delas (e conteúdo das páginas ligadas a ela) para determinar o melhor resultado para a sua busca.
PageRank é uma família de algoritmos para dar pesos numéricos a documentos com hyperlink (ou páginas da web) indexadas por um motor de busca. Suas propriedades são muito discutidas por especialistas em otimização dos motores de busca (SEO, sigla em inglês para search engine optimization).
O sistema PageRank é usado pelo motor de busca Google para ajudar a determinar a relevância ou importância de uma página. Foi desenvolvida pelos fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin enquanto cursavam a Universidade de Stanford em 1998.
O Google mantém uma lista de bilhões de páginas em ordem de importância, i. e., cada página tem sua importância na internet como um todo; esse Banco de Páginas mantém desde a página mais importante do mundo até a menos importante. Essa importância se dá pelo número de votos que uma página recebe. Um voto é um link em qualquer lugar da internet para aquela página. Votos de páginas mais importantes valem mais do que votos de páginas menos importantes.
Esse critério de ordenação das páginas, de acordo com várias pessoas, é bastante democrático, refletindo o que a "internet pensa" sobre determinado termo. Lembre-se que cerca de dez bilhões de páginas são levadas em conta. A qualidade das páginas mais importantes são naturalmente garantidas, classificadas e eleitas pela própria internet. Além de todas as páginas terem a mesma condição de subir nessa lista, conquistando votos pela internet afora.
Uma boa unidade de medida para definir o PageRank™ de uma página pode ser a porcentagem (%) de páginas que ela é mais importante. Por exemplo, se uma página tem PageRank™ de 33% significa que ela é mais importante que um terço de toda a internet. Se o seu PageRank™ é 99% significa que ela é superior a quase todas as páginas da internet.
No entanto, é possível manipular o PageRank™ atribuindo links descontextualizados com o objetivo da página, modificando a ordenação de resultados na pesquisa pelo Google e induzindo a resultados pouco relevantes ou tendenciosos. Um exemplo recente disso é a pesquisa por failure ou miserable failure que retorna como primeiro site a biografia oficial da Casa Branca para o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush e em sequência a página de Michael Moore, inimigo declarado do presidente dos EUA. Este processo ficou conhecido por Googlebombing.